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Os suplementos de cálcio e vitamina D são suficientes para tratar os pacientes com osteoporose?

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A osteoporose é uma doença do metabolismo ósseo caracterizada pela perda de massa óssea, enfraquecimento ósseo e fraturas.

“É uma doença silenciosa, pois não resulta em dor e desconforto articular, porém complica com fraturas, principalmente no fêmur e coluna vertebral. É importante destacar que a doença pode ser diagnosticada por meio de um exame chamado densitometria óssea, disponível no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia”, afirma o Dr. Camilo Tubino Schuindt, reumatologista da clínica.

Segundo ele, a Osteoporose ocorre principalmente em mulheres na pós menopausa e homens a partir dos 70 anos

e são fatores de risco para doença o tabagismo, o sedentarismo, o etilismo, a descendência asiática, o histórico na família de osteoporose em parente de primeiro grau, uma dieta pobre em fonte de cálcio, doenças da tireoide, doenças intestinais disabsortivas (Doença Celíaca), doenças reumatológicas inflamatórias (Artrite Reumatóide) e uso de medicamentos (corticóides).

“Embora o cálcio e a vitamina D tenham um papel importante no tratamento da osteoporose, eles não são suficientes quando usados ​​sozinhos. Eles devem ser usados ​​em combinação com um agente antirreabsortivo, tais como a classe de medicamentos denominados bisfosfonados”

acrescenta o reumatologista do CREB.

“Em quase todos os ensaios clínicos randomizados de agentes antirreabsortivos, os pacientes que tomaram esse tipo de medicação tiveram significativamente menos fraturas do que aqueles que tomaram apenas cálcio e vitamina D. Assim, concluímos que quando suplementados sozinhos não são adequados”

conclui o Dr. Camilo.


Ortopedista do CREB apresenta trabalho inédito no Congresso Mundial de Osteoporose, na Espanha

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Coordenador do Prevrefrat CREB e de doenças osteometabólicas do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o ortopedista Bernardo Stolnick teve uma participação marcante no ESCEO 2016 – Congresso Mundial de Osteoporose, que aconteceu de 14...

Coordenador do Prevrefrat CREB e de doenças osteometabólicas do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o ortopedista Bernardo Stolnick teve uma participação marcante no ESCEO 2016 – Congresso Mundial de Osteoporose, que aconteceu de 14 a 17 de abril, em Málaga, na Espanha, reunindo especialistas do mundo inteiro. Na ocasião, o Dr. Bernardo apresentou dois trabalhos e fez uma conferência sobre os excelentes resultados alcançados pelo programa de prevenção a refraturas. O título do trabalho foi “Refracture rate in a FLS in Rio de Janeiro”. Os ótimos resultados alcançados, segundo ele, são fruto também da integração dos protocolos de tratamento conjunto de osteoporose e osteoartrite, um trabalho inédito no Brasil.


Pés chatos devem ser observados até os 10 anos

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Popularmente conhecido como pé chato, o pé plano flexível ocorre quando a sola e o arco do pé estão achatados anormalmente. Isso pode trazer dores, pois o pé chato altera o alinhamento das cadeias musculares do pé, do tornozelo, da perna, da pélvis e até da região lombar. “O pé chato pode causar fadiga e tensão, que chamados de pés cansados. Como conseqüência, o pé chato pode ocasionar artrite, joanete, joelho valgo, esporão de calcâneo e outras deformidades da coluna vertebral”, indica Antônio d’Almeida Neto, fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico do CREB, o pé chato deve ser apontado logo cedo. “A causa deve ser indicada quando a criança começa a andar e os pais percebem que o pé dela não tem cava. A principal característica do pé chato é o desabamento do arco plantar, conhecido como a planta do pé. Ao pisar no chão, a criança deixa uma pegada de todo o seu pé, sem vestígios de cava. Durante a inspeção do pé observa-se que o arco longitudinal do pé (cava do pé) encontra-se excessivamente elevado”, explica ele, lembrando que o arca plantar só irá se constituir em torno dos dois ou três anos de idade. “Mas é prematuro falar em pé plano antes dos nove ou dez anos. As crianças devem ser observadas até essa idade”, completa ele.

O pé chato é uma deformidade complexa, que deve ser avaliada por um especialista. Muitos profissionais já não recomendam mais a tradicional (e em desuso) bota ortopédica. “A palmilha ortopédica alivia o estresse das articulações, ligamentos e músculos e diminui as ações das forças deformadores do pé. Mas também tempos exercícios terapêuticos na planta do pé. Uma dica muito comum, que ajuda no tratamento do pé chato, é levar a criança para caminhar em terrenos irregulares. A criança deve ser estimulada a caminhar com a borda lateral do pé, subir escadas com as pontas dos pés e pular com ambos os pés. O especialista saberá a melhor indicação para o tratamento mais eficaz”, afirma ele.

O médico do CREB pontua que um adulto não pode desenvolver pé chato, mas os sintomas podem aparecer em qualquer idade ou mesmo jamais gerar algum problema. Ele alerta, no entanto, que o uso constante do salto alto pode trazer malefícios para o pé. “Ao usar o salto alto, a pressão vai toda para o primeiro dedo do pé. Isso pode trazer cansaço nas pernas, dores nos membros inferiores (pernas e pés) e calosidades. Também podem ocorrer deformidades ósseas, como joanete ou problemas na musculatura da coxa e na curvatura lombar. E se não bastasse, é preciso falar nos riscos de queda devido à instabilidade do pé, com possíveis lesões dos ligamentos e luxações no tornozelo, provocados pelo desequilíbrio ao andar”, enumera ele.



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